NuvemPixel
InícioO estúdioLinhasO que ficaFalas
Vídeo e três dimensões

Um estúdio nascido de um vídeo que explicava a peça errada.

Um produto que ninguém entende não é vendido duas vezes. É explicado trezentas, uma por cliente, sempre pela mesma pessoa cansada.

Duas pessoas comparando o desenho técnico com o modelo na tela

O estúdio começou fazendo animação para catálogos de peças industriais. O terceiro trabalho foi um mecanismo de trava que modelamos a partir de duas fotos e de uma descrição por telefone.

O vídeo ficou bonito. Foi ao ar, e em duas semanas o cliente recebeu reclamação de distribuidores: a ordem de montagem mostrada estava invertida. Ninguém do nosso lado tinha conversado com quem monta a peça.

Desde então o roteiro passa obrigatoriamente por quem opera. Em quase todo projeto essa leitura muda alguma coisa, e em um a cada três muda a ordem das cenas inteiras.

A segunda regra veio do desperdício: aprovávamos animação pronta e refazíamos movimento por causa de cor. Hoje um quadro parado por cena resolve luz, cor e material antes de qualquer coisa se mexer.

Uma pergunta por vez

Dois assuntos viram dois vídeos, e os dois ficam mais curtos que um só.

Quem opera confere

O roteiro é lido por quem usa o equipamento antes da modelagem começar.

Medida do projeto

O modelo sai do desenho técnico, com espessura e encaixe reais.

Parado antes de mover

Luz, cor e material são aprovados num quadro fixo, não na animação pronta.

Como o estúdio pensa

Explicar é decidir o que fica de fora

Um vídeo explicativo falha quase sempre pelo mesmo motivo: quem escreveu sabia demais e não conseguiu cortar. A ordem abaixo existe para que o corte aconteça no papel, onde ainda é barato.

01

Uma pergunta por vídeo

O roteiro começa com a pergunta que o vídeo responde, escrita em uma linha. Se aparecerem duas perguntas, viram dois vídeos — e cada um sai mais curto e mais claro que o vídeo único que tentaria as duas.

02

Quem opera lê o roteiro

Antes de qualquer modelagem, o texto passa pela pessoa que usa o equipamento todo dia. É ela quem aponta a etapa que o marketing pulou.

03

Do desenho técnico ao modelo

Quando existe projeto, partimos dele: medidas reais, encaixes reais, espessuras reais. Modelo inventado só engana quem nunca viu a peça.

04

Render parado antes de mover

Você aprova um quadro parado com luz, cor e material definidos. Aprovar animação pronta significa refazer animação pronta.

05

O que é real continua filmado

Nem tudo precisa virar modelo. Mão humana, ambiente e escala se resolvem melhor com câmera, e o render entra por cima.

06

Locução medida com a imagem

O texto é lido em cabine com o vídeo rodando ao lado, para que nenhuma frase termine três segundos depois da cena que ela explica.

Falas de clientes

Quem parou de explicar a mesma coisa todo dia

Falas recolhidas ao fim dos últimos projetos, publicadas com autorização.

Mandaram o roteiro para o meu montador ler. Ele achou dois erros que tinham passado por mim e pelo catálogo.
Hermínio Q. · engenheiro de uma fábrica de válvulas
O render parado me pareceu pouca coisa para aprovar. Depois entendi: era ali que eu ainda podia mudar a cor sem custo.
Divina L. · diretora de uma indústria de filtros
Partiram do nosso desenho técnico. As espessuras batem com a peça real, coisa que nenhum vídeo nosso anterior tinha.
Norberto A. · responsável técnico de uma metalúrgica

Escreva em uma linha o que o seu cliente nunca entende

Conversar sobre o projeto

Devolvemos a sequência do vídeo desenhada, um quadro por cena, com a duração estimada de cada uma. +55 15 96739-5419